Dilma pode autorizar que aeroportos tenham administração privada, o que possibilita que, diante de lucros vislumbrados num país que realizará grandes eventos como Copa do Mundo e Olimpiadas, seja realizado um volume de investimentos maior do que seria feito somente com a iniciativa estatal. A Infraero se transformará numa empresa de capital aberto, ou seja, as suas decisões poderão ser avaliadas pelo mercado (ações passarão a valer mais ou menos diante da perspectiva de lucro futuro a ser distribuído na forma de dividendos), de forma a fazer com que o órgão estatal busque eficiência e evite o desperdício, pressões que estão ausentes na administração pública direta (ou estão presentes apenas na forma de um controle automático, que reúne menos informações do que a avaliação de milhares de agentes negociando no mercado).
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